Instituto Brasileiro de Advocacia Pública Av. Liberdade, 21 - 10
Andar - Cj. 1008/1012 - São Paulo/SP - CEP 01503-000
|
Revista de Direitos Difusos |
Biodiversidade - Aspectos Jurídicos
Paulo Affonso Leme Machado
Há cinco anos entrou em vigor para o Brasil a Convenção sobre Diversidade Biológica assinada em 5 de junho de 1992 e aprovada pelo Congresso Nacional em 3 de fevereiro de 1994.
Diversidade biológica, segundo a Convenção, "significa a variabilidade de organismos vivos de todas as origens, compreendendo, dentre outros, os ecossistemas terrestres, marinhos e outros ecossistemas aquáticos e os complexos ecológicos de que fazem parte; compreendendo ainda a diversidade dentro de espécies, entre espécies e de ecossistemas" (art. 2°).
A Constituição Federal Brasileira inseriu a preservação da "diversidade e a integridade do patrimônio genético do País" e a vedação de práticas que "provoquem a extinção de espécies" (art. 225, § 1°, II e VII).
"Os Estados são responsáveis pela conservação de sua diversidade biológica e pela utilização sustentável de seus recursos biológicos". Esse preceito está inserido no Preâmbulo da Convenção. Assim, o Brasil não pode descartar-se de sua responsabilidade nessa questão, transferindo-a exclusivamente para seus cidadãos ou para as organizações não governamentais.
(A ÍNTEGRA DESTE ARTIGO ENCONTRA-SE NA REVISTA DE DIREITOS DIFUSOS N. 1)
Volta ao índice da Revista de Direitos Difusos - Abertura da home-page