PROJETO MARGENS PLÁCIDAS

 

Memória - Movimento de Revitalização do Riacho do Ipiranga - MORRI (Reportagem da Revista Almanaque)

CONDEPEFI faz balanço das ações em defesa do Parque das Nascentes (Reportagem da Revista Almanaque)

FAÇA O DOWNLOAD - Revitalização de rios - 11º livro da série do PROJETO PLANÁGUA SEMADS GTZ

ÁGUA É TEMA DE EXPOSIÇÃO NA UMAPAZ - Parque do Ibirapuera/SP

Evento conjunto do IBAP e da APRODAB dedicado à proteção da qualidade dos rios urbanos

4th International Conference on Safe Water - Water for Life - Water for All People - Safe Water2006

Universidade São Francisco, IBAP e APRODAB entregam 1ª Prêmio São Francisco de Assis de Direito Ambiental aos melhores alunos de 2005. Monografia versou sobre o tema "Riacho do Ipiranga: Aspectos Históricos, Culturais e Ecológicos"

IBAP realiza 1ª Mesa Redonda - Proteção dos Rios Urbanos

Realizada reunião no dia 13 de dezembro, às 14h, na Secretaria do Verde e Meio Ambiente do Município de São Paulo

IBAP, OAB-SP, PGE-SP, APRODAB e Estudantes da USP lançam campanha - Notícia sobre a primeira reunião conjunta para o lançamento do Projeto Margens Plácidas, realizada no dia 9 de setembro de 2005

Parque Estadual das Fontes do Ipiranga - Levantamento efetuado pelo Centro de Estudos Ornitológicos das aves existentes na região.

Portal Ciência On Line entrevista Márcia Mantovani - Informações sobre o Parque de Ciência e Tecnologia da USP, localizado no PEFI

O PEFI como elemento estruturador de um sistema de áreas verdes - Trabalho realizado por Fernanda Cunha Pirillo / FAU-USP.

Em Assembléia Geral, IBAP adere ao Projeto Margens Plácidas

CARTA DE ADESÃO DO INSTITUTO BRASILEIRO DE ADVOCACIA PÚBLICA AO "PROJETO MARGENS PLÁCIDAS"

01. O "Projeto Margens Plácidas", consistente num amplo fórum ambientalista, aberto a todos e voltado ao resgate dos valores ecológicos e culturais de nosso país, pretende reunir todos os setores da sociedade brasileira, Universidades, empresariado, ONGs e as três esferas de governo em torno da proposta de criação de um grande Parque Urbano Linear no entorno do Riacho do Ipiranga, interligando suas nascentes, localizadas no "Parque Estadual Fontes do Ipiranga", à sua foz, no Rio Tamanduateí, abarcando ainda o Parque da Independência e os cenários históricos e culturais mais característicos do Bairro do Ipiranga.

02. A população do entorno do Riacho do Ipiranga é vítima das inundações que ali ocorrem desde o momento em que se acelerou o processo de impermeabilização do solo urbano, retificação e canalização de rios, há aproximadamente meio século. Estas calamidades, não se acabarão com mega-intervenções de engenharia, de custos elevados e resultados discutíveis, de que são exemplos os chamados "piscinões". Até mesmo autoridades governamentais reconhecem a insuficiência de tais obras de engenharia para o combate às enchentes.

03. É preciso lutar para a reparação dos danos sociais, ambientais e culturais causados por políticas sociais e urbanísticas equivocadas. No caso em referência, esta luta simbolizará, a um só tempo, defender a memória da nação brasileira, os valores ecológicos e a qualidade de vida da comunidade local, eis que é patente o significado histórico e ecológico deste cenário, berço político da nação brasileira e que hoje encontra-se completamente degradado em virtude da adoção de referidas políticas. Diga-se, aliás, que a situação enfrentada no entorno do Riacho do Ipiranga, na verdade, não difere daquela enfrentada em outras cidades que, igualmente, desrespeitam as paisagens naturais no entorno dos rios, lagos, represas e praias, ignorando que a água é um bem ambiental de valor absoluto para a vida no Planeta e a transformação dos cursos naturais d'água em dutos de esgoto constitui uma das mais violentas formas de afronta à dignidade humana.

04. Por tais motivos, merecem aplausos as iniciativas que venham a ser desenvolvidas no sentido da proteção da paisagem natural dos rios e praias que cortam ou banham as cidades brasileiras, das matas ciliares e ecossistemas peculiares, bem como do resgate dos valores históricos e culturais do país e da melhoria da qualidade de vida de todos. Estes projetos devem ser democraticamente desenvolvidos com a participação ativa de toda a nação, inclusive das Municipalidades, Estados e União Federal, do Ministério Público, das associações civis, dos movimentos ambientalistas e culturais informais, das comunidades de bairros e do setor empresarial.

05. A melhoria da qualidade de vida das populações no entorno dos rios localizados nos centros urbanos deve constituir um novo paradigma de política urbanística, ambiental e sanitária para todos os Municípios brasileiros e, nesse contexto, espera-se que o "Projeto Margens Plácidas" inspire ações locais semelhantes em outros recantos de nosso país.

06. Pelo exposto, o Instituto Brasileiro de Advocacia Pública, associação civil sem fins lucrativos, inspirado nos valores da democracia participativa, da justiça ambiental, da moralidade administrativa e da igualdade de gênero, reunido em Assembléia Geral, declara a sua adesão ao "Projeto Margens Plácidas", de recuperação ecológica e cultural do entorno do Riacho do Ipiranga, na cidade de São Paulo/SP, comprometendo-se a contribuir, no âmbito científico e institucional da Advocacia Pública Brasileira, com as ações que vierem a ser desenvolvidas em prol da Educação Ambiental, da aplicação efetiva das normas ambientais nas cidades, da proteção dos rios em áreas urbanas e da tutela do patrimônio histórico e cultural brasileiro.


Instituto Brasileiro de Advocacia Pública - Assembléia Geral Ordinária realizada na Sede Sócio-Cultural da Associação dos Procuradores do Estado de São Paulo, na Cidade de São Paulo, em 15 de Novembro de 2005.

ÁGUA É TEMA DE EXPOSIÇÃO NA UMAPAZ

O Parque Ibirapuera recebe Exposição Corpo D'Água

 

O artigo 1º da Declaração Universal dos Direitos da Água, da Organização das Nações Unidas, já diz: "A água faz parte do patrimônio do planeta. Cada continente, cada povo, cada nação, cada região, cada cidade, cada cidadão é plenamente responsável aos olhos de todos."

 Partindo desta premissa o Projeto Corpo d'Água montou uma exposição multidisciplinar tendo por orientação comprometer o cidadão quanto ao respeito e à valorização da água no planeta. A partir do próximo domingo, 02 de julho, o público paulistano poderá conferir a mostra Corpo d'água - exposição interativa da água e sua metáforas, no Parque Ibirapuera.

 Idealizada por Elisabeth Lorenzetti Bez Chleba, a exposição pretende contribuir para o desenvolvimento de uma nova consciência sobre a importância da água e para a geração de novas atitudes frente à problemática de seu uso, em especial junto ao público infanto-juvenil. "Queremos criar, de forma cognitiva, uma conscientização da preservação do solo, do meio ambiente e principalmente da água, afinal serão as crianças os maiores beneficiados com o desenvolvimento do consumo consciente", afirma Elisabeth. A exposição aborda o tema água em seus múltiplos aspectos de importância para a vida no planeta: físico, climático, ambiental, econômico, cultural e religioso.

 Para traduzir a importância da água para a existência do homem, bem como informar e obter a adesão e comprometimento das pessoas quanto ao respeito e à valorização da água no planeta Terra,  a exposição concentra, numa área de 500 m², o conhecimento científico sobre o assunto, utilizando recursos como painéis, mapas, maquetes dinâmicas, filmes, efeitos holográficos e projeções.

 O projeto ultrapassa a simples contemplação, já que a montagem  permite que o visitante experimente sensações proporcionadas por estímulos luminosos, auditivos, olfativos, táteis e visuais criados a partir de ambientações interativas e cenográficas  que envolvem o elemento água. A estrutura da exposição faz com que o visitante se sinta parte responsável da problemática e agente no processo da mudança de atitude em prol do uso adequado da água.

 O tema água também será abordado nos aspectos químicos e físicos, bem como sua ocorrência e abundância no planeta, a relação com as formas de vida e a sua importância para a preservação da vida, sempre de forma didática e lúdica.

 A exposição está dividida em sete estações pelas quais o visitante circula. Na primeira delas, chamada Câmara de Entrada, recursos cênicos e audiovisuais são explorados para despertar os sentidos do visitante, remetendo à relação da origem da água com a formação do ser. Os efeitos de chuva, relâmpagos e trovoadas tomam todo o espaço e dão ao participante a sensação de imersão, enquanto imagens e sons de feto no útero materno envolvem o ambiente.

No Núcleo Elemento Água os visitantes conhecem conceitos básicos da formação da água e podem observar moléculas de água. Em bancadas transparentes os visitantes podem sentir e distinguir com as próprias mãos as características físicas de cada um dos três estado da água.

A ocorrência da água no planeta é demonstrada no núcleo temático Terra D'água. Uma maquete geográfica reúne, de forma condensada, as principais situações relacionadas ao ciclo da água. Uma esfera de acrílico translúcido representando o planeta Terra mostra o mapa geopolítico e a distribuição qualitativa e quantitativa da água.

No espaço Água Viva são retratadas as várias formas de relação entre a água e os seres vivos, exploradas através de painéis didáticos e audiovisuais. O visitante confere a origem da água no universo e na Terra e a sua importância na formação dos primeiros seres vivos, em sua evolução e reprodução. Uma projeção refletida sobre um espelho d´água apresenta imagens de diversos ecossistemas.

No núcleo Civilização são demonstradas as formas de utilização da água pelo homem. Um painel didático relaciona cronologicamente a água ao longo da história humana, abordando os principais inventos técnicos da humanidade nos quais a água possui papel fundamental. Retrata ainda o uso da água em rituais das religiões que utilizam este recurso natural como elemento simbólico.

O espaço Fórum é local de reflexão sobre a problemática da água, apresentando um panorama dos principais problemas relacionados a ela e possíveis respostas e perspectivas. Neste núcleo o visitante pode gravar depoimentos, comentários e sugestões a respeito dos temas apresentados em toda a exposição. Simultaneamente, os testemunhos são projetados em painéis no próprio local.

O último núcleo da exposição é Clamor das Águas, no qual o visitante ouve diversos sons da água seqüencialmente - água corrente, chuva, mar, rebentação, cachoeira, escoamento etc - dentro de um túnel acusticamente isolado, onde os diferentes sons são percebidos à medida que se avança em seu percurso.

A exposição acontecerá entre os dias 02 de julho a 30 de agosto, de terça a domingo sempre das 9h às 17h, na Universidade Aberta do Meio Ambiente e Cultura de Paz- UMAPAZ, espaço sediado no Parque Ibirapuera que abriga cursos, estudos e pesquisas sobre questões relacionadas ao meio ambiente e cultura de paz, com programação gratuita e aberta ao público interessado.

A entrada é franca e as escolas que visitarem a mostra contarão com cerca de 10 monitores para acompanhamento. É preciso agendar a visita com antecedência através do telefone (11) 5507-7892.

 

SERVIÇO

CORPO D'AGUA

Data - 02 de julho a 30 de agosto de 2006
Local - UMAPaz - Universidade Aberta do Meio Ambiente e da Cultura de Paz  - Av. IV Centenário -  Portão 7 - Parque  do Ibirapuera - SP

Horário - terça a sexta-feira, das 8h30 às 17h, e nos finais de semana, das 10h às 18h.

Faixa etária - Livre

Entrada Franca

Para agendamento de visitas: (11) 5507-7892 ou corpoagua@gmail.com

Acesso a cadeirantes.


Convite para Envio de Resumos

A 4th International Conference on Safe Water - Water for Life - Water for All People - Safe Water2006, a ser realizado no Clube de Engenharia do Rio de Janeiro, no período de 23-25 de outubro de 2006, objetiva discutir as questões relacionadas aos recursos hídricos, que representam o desafio a ser enfrentado nesse século, proporcionando um fórum de discussões e troca de informações, transferência de tecnologias, dentro do contexto de desenvolvimento sustentável.

Este Simpósio está sendo preparado para receber cerca de 500 participantes e os temas principais abordados englobarão, dentre outros: Revitalização de Rios, Tecnologias Inovativas no Gerenciamento de Bacias, Sistema de Informações Geográficas e Sensoriamento Remoto no Gerenciamento de Bacias, Água Potável: Saneamento e Saúde Pública, Distribuição de Água Potável e Impactos Econômicos, Água Potável: Embalagens e Custos, Recursos Hídricos e Gerenciamento do Ecosistema; Gerenciamento de Recursos Hídricos e Controle de Erosão.

Os resumos, em inglês, serão recebidos até o dia 20 de Agosto de 2006 e os trabalhos completos, em inglês, até o dia 20 de setembro de 2006. Informações sobre o evento podem ser solicitadas diretamente no endereço: Secretaria do 4th International Conference on Safe Water 2006 - e-mail: safewater2006@medicina.ufmg.br - Endereço: Avenida Alfredo Balena, 190, sala 10 012 - Belo Horizonte, CEP 30 130-110 - Fone: (031) 3248 9818 - Fax: (031) 3248 9646 - Homepage: : http://www.safewater2006.com.

O evento é uma promoção conjunta do Projeto Manuelzão da UFMG, da Escola de Engenharia da UFMG, da COPPE/UFRJ, da International Society of Environmental Geotecnology - South América (ISEG) e Boreholes, Inc.