O Instituto Brasileiro de Advocacia Pública, atendendo a solicitação feita pelo CLADEM, coloca à disposição dos visitantes de sua home-page a íntegra do e-mail recebido, para conhecimento e eventual manifestação.
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Original Message -----
From: "Area Violencia CLADEM" <violencia@cladem.org>
To: "Area Violencia CLADEM" <violencia@cladem.org>
Sent: Monday, April 05, 2004 9:26 PM
Subject: [IBAP-Promotoras Legais Populares] Pelo direito de decidir sobre o
aborto no Uruguai / Por el derecho a decidir sobre el aborto en Uruguay / For
the rigth to choice on abortion in Uruguay
Pelo direito de decidir sobre o aborto no Uruguai
Por el derecho a decidir sobre el aborto en Uruguay
For the right to choose on abortion in Uruguay
PORTUGUÊS
FAVOR DIFUNDIR ESTA MENSAGEM NA PÁGINA WEB DE SUA ORGANIZAÇÃO OU MOVIMENTO E
POR E-MAIL, SOLICITANDO MANIFESTAÇÕES DE APOIO À APROVAÇÃO DA LEI DE DEFESA
DA SAÚDE REPRODUTIVA NO URUGUAI
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Na próxima terça-feira, dia 13 de abril, o Senado do Uruguai irá examinar o
Projeto de Lei de Defesa da Saúde Reprodutiva, que já conta com a aprovação
da Câmara de Deputados. O projeto (texto aprovado em anexo) basicamente
estabelece:
1. A obrigação do Estado de promover políticas sociais e educativas tendentes
à promoção da saúde reprodutiva e dos direitos sexuais e a diminuição da
morbimortalidade materna. Obriga o Estado a oferecer educação sexual laica,
políticas de planejamento familiar, a capacitar o pessoal de saúde em direitos
sexuais e direitos reprodutivos e a permitir que a mulher exerça o direito de
controlar sua própria fecundidade e de adotar decisões relativas à reprodução
sem coerção, discriminação nem violência.
2. O direito de toda mulher a decidir sobre a interrupção de sua gravidez
durante as primeiras 12 (doze) semanas de gravidez.
3. Que as interrupções de gravidez praticadas de acordo com a lei serão
consideradas ato médico sem valor comercial e que todos os serviços de assistência
médica, tanto públicos como privados, terão a obrigação de realizar as
interrupções por meio de um(a) médico(a) tocoginecologista.
A aprovação do projeto será um triunfo histórico dos direitos humanos das
mulheres e da laicidade no Uruguai, e na região.
Por isso, estamos solicitando que enviem e-mails para camaradesenadores@parlamento.gub.uy
com cópia para cartaab@adinet.com.uy
informando no Assunto: Apoio a Lei de Defesa da Saúde Rerprodutiva.
O texto sugerido para o corpo do e-mail é curto e já está pronto em españhol
no arquivo de e-mail anexo, basta assinar e enviar.
ESPAÑOL
FAVOR DE DIFUNDIR ESTE MENSAJE EN LA PÁGINA WEB DE SU ORGANIZACIÓN O
MOVIMIENTO Y POR E-MAIL, SOLICITANDO MANIFIESTACIONES DE APOYO A LA APROBACIÓN
DE LA LEY DE DEFENSA DE SALUD REPRODUCTIVA EN URUGUAY
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El próximo martes 13 de abril el Senado de Uruguay considerará la ley de
Defensa de la Salud Reproductiva, que ya cuenta con la aprobación de la Cámara
de Diputados. El proyecto (que se adjunta) básicamente establece:
1. La obligación del Estado de promover políticas sociales y educativas
tendientes a la promoción de la salud reproductiva y de los derechos sexuales y
a la disminución de la morbimortalidad materna. Lo obliga a brindar educación
sexual laica, políticas de planificación
familiar, a capacitar en DDSS y DDRR al personal sanitario y a permitir que la
mujer ejerza el derecho a controlar su propia fecundidad y a adoptar decisiones
relativas a reproducción sin coerción, discriminación ni violencia.
2. El derecho de toda mujer a decidir sobre la interrupción de su embarazo
durante las primeras 12 (doce) semanas de gravidez.
3. Que las interrupciones de embarazo que se practiquen acordes con la ley serán
consideradas acto médico sin valor comercial y que todos los servicios de
asistencia médica tanto públicos como privados tendrán la obligación de
llevar a cabo las interrupciones a cargo de un médico
ginecotocólogo.
La aprobación del proyecto sería un trinfo histórico de los DDHH de las
mujeres y la laicidad en Uruguay, y en la región.
Por eso estamos solicitando que se envíen e-mails a camaradesenadores@parlamento.gub.uy
con copia a cartaab@adinet.com.uy
que digan en el Asunto: Apoyo a la Ley de Defensa de la Salud reproductiva.
El texto sujerido para el cuerpo del e-mail es corto y figura en el mail adjunto
que sólo requiere ser firmado y enviado.
ENGLISH
PLEASE IN ORDER TO SPREAD THIS MESSAGE ON THE WEBPAGE OF YOUR ORGANIZATION
OR MOVEMENT AND BY E-MAIL, ASKING FOR SUPPORT TO THE LAW ON THE DEFENCE OF
REPRODUCTIVE HEALTH IN URUGUAY
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For the next Tuesday, on the 13th. of April, the Senate of Uruguay will consider
the draft bill of the Law on the Defence of Reproductive Heatlh, which was
already approved by the House of Deputies. The draft bill (see the approved text
in Spanish at the attached file) basically establishes :
1. The State obligation to promote social and education policies towards to the
promotion of the reproductive health and of the sexual rights as well to the
reduction of the maternal morbidity and mortality. It obligates the State to
offer lay sexual education, family planning policies,
capacity building on sexual rights and reproductive rights to the health staff,
as well to permit that women can exercise the right to control their own
fecundity and adopt decisions related to the reproduction without coercion,
discrimination or violence.
2. The right of all women to decide on the interruption of their pregnancy
during the first 12 (twelve) weeks of pregnancy.
3. That the interruption of pregnancy practiced in acordance to the law will be
considered medical act without comercial value and that all medical asistance
services, public or private, will have the obligation to guarantee the
interruption under the responsibility of an obstetric and gyne cologist doctor.
The approbation of the draft bill will be an historical triumph of the human
rights and of the secularity in Uruguay, as well in the region.
Because of that, we are asking for sending e-mails to camaradesenadores@parlamento.gub.uy
with copy to cartaab@adinet.com.uy
informing on the Subject: Apoyo a la Ley de Defensa de la Salud Reproductiva (Support
to the Law on the Defence of Reproductive Health)