No dia 8 de fevereiro de
2003 (sábado), o IBAP promoveu em sua sede nacional o "1º Workshop da
Diretoria Nacional do IBAP - Gestão participativa e planejamento estratégico
do IBAP: metas e ações para 2003" - contou com a participação de 23
diretores de todo o país, a saber: Ana Lúcia Câmara - Procuradora do
Estado/SP e Coordenadora Regional do IBAP-Sudeste; Carlos Theodoro Huguenei
Irigaray - Procurador do Estado/MT e Secretário Estadual do IBAP-MT; Celso
Augusto Coccaro Filho - Procurador do Município/SP e Coordenador Jurídico;
Cíntia Oréfice – Procuradora do Estado/SP e Secretária Estadual do
IBAP-SP; Derly Barreto e Silva Filho - Procurador do Estado/SP e membro
da Comissão Editorial; Fátima Fernandes Catellani - Procuradora do
Estado/SP e membro do Conselho Assessor; Fernando Cavalcanti Walcacer
– Procurador do Estado/RJ e membro do Conselho Assessor; Flávia D’Urso
– Procuradora do Estado/SP e membro da Comissão de Informática; Francisco
José Calheiros Ribeiro Ferreira – Procurador do Município/SP e membro
da Comissão Editorial; Glória Maria de Oliveira Garios –
Procuradora do Estado/MG e Secretária Estadual do IBAP-MG; Guilherme José
Purvin de Figueiredo – Procurador do Estado/SP e Coordenador de Comunicação;
José Eduardo Ramos Rodrigues – Advogado da Fundação Florestal de São
Paulo e membro do Conselho Assessor; José Nuzzi Neto – Procurador
Autárquico/SP e Coordenador Financeiro; Maria Ester Mena Barreto Camino
– Procuradora do Distrito Federal e membro do Conselho Assessor; Maria Lúcia
de Castro Teixeira – Procuradora do Estado/CE e Coordenadora Regional do
IBAP-Nordeste; Maura Roberti – Procuradora do Estado/SP e membro do
Conselho Assessor; Mônica de Melo – Procuradora do Estado/SP e
membro do Conselho Assessor; Patrícia Ulson Pizarro Werner –
Procuradora do Estado/SP, Coordenadora Administrativa e Presidente; Patryck
de Araujo Ayalla – Procurador do Estado/MT e Subsecretário Estadual do
IBAP-MT; Pedro Ubiratan Escorel de Azevedo – Procurador do Estado/SP
e membro do Conselho Assessor; Sara Correa Fattori – Procuradora do
Estado/SP e Subsecretária Estadual do IBAP-SP; Senise Freire Chacha Zeola
– Procuradora do Estado/MS e Secretária Estadual do IBAP-MS; Suleimar
Sousa Schroder Rosa – Procuradora do Estado/MS e Subsecretária Estadual
do IBAP-MS.
O
encontro contou ainda com a presença de diversos associados, dentre eles
Jaques Lamac (Procurador do Estado-SP), Nilton Kiyoshi Kurachi (Procurador do
Estado/MS e Presidente da APREMS), de diversos colegas da PGE-MS assim como do
Deputado Estadual Ivan Valente (PT-SP).
No período
das 9h às 10h30 efetuou-se uma rodada de apresentações entre os diversos
diretores do IBAP.
Em
seguida, foram discutidos os seis princípios fundamentais do Instituto
Brasileiro de Advocacia Pública, elencados em seu Estatuto Social.
O princípio
elencado no art. 5º, inc. I, do Estatuto Social "O fomento ao estudo do
Direito e, em especial, das questões relacionadas com a Advocacia Pública")
foi avaliado conjuntamente com o objetivo elencado no art. 6º, inc. I
("Realizar congressos, simpósios, cursos e palestras, inclusive em
conjunto com outras instituições, assim como formar grupos de estudo sobre
temas jurídicos relevantes").
Foram
discutidos dois eventos realizados no 2º semestre de 2002, o primeiro
coordenado tecnicamente pelo diretor Guilherme Purvin e o segundo pela
diretora Maura Roberti.
A crítica
oferecida ao primeiro evento referiu-se ao fato de haver constado o nome de um
escritório de advocacia como co-patrocinador. Guilherme Purvin esclareceu que
um dos palestrantes havia cobrado honorários para participar do evento –
fato inédito na história do IBAP – e que, em razão do fato de já haver
sido anunciado o curso, não havia como desistir de sua realização. Como
forma de manter uma igualdade de tratamento entre os convidados, a outro
palestrante foi oferecido o pagamento de honorários em bases idênticas,
tendo ele se recusado a tanto e proposto que, em lugar disso, fosse consignado
o apoio de seu escritório ao evento. Guilherme esclareceu que o evento foi um
grande sucesso e que, mesmo com o pagamento a um dos professores, foi obtida
verba necessária para o pagamento da rescisão do contrato de trabalho de
ex-funcionária que fora demitida havia poucas semanas.
Com relação
ao segundo evento, realizado em Sorocaba, destacou-se que diversos professores
já haviam sido previamente convidados a participarem de um curso no período
de 11 a 15 de novembro. No entanto, o curso foi desmarcado sem que fosse dada
uma satisfação aos convidados com pelo menos uma semana de antecedência, o
que causou grande constrangimento, pois o IBAP teve que desconvidá-los quando
restavam apenas 4 dias de sua realização. Em lugar desse evento previamente
aprovado por toda a diretoria, foi realizado um outro, em dezembro, com
palestrantes desconhecidos. A coordenadora desse evento, Maura Roberti,
esclareceu que foi obrigada a fazer isso porque não conseguiu nenhum
palestrante para o encontro naqueles dias. Afirmou ainda que a empresa
contratada para a organização do evento não prestou contas dos lucros
eventualmente obtidos.
A
diretora Sara Fattori apresentou um breve relato do Congresso Nacional de
Direitos Humanos, previsto para a primeira quinzena de abril. A maior parte
dos diretores ignorava a grandiosidade desse evento e todos ficaram
agradavelmente surpresos com a excelente qualidade dos cartazes, folders e dos
palestrantes convidados. Foi sugerida uma ampla divulgação do encontro em
todos os estados que contam com secretarias estaduais. Sara dirigiu
especiais agradecimentos à Patrícia Werner e ao José Nuzzi Neto pela dedicação
e empenho na comissão organizadora.
A
diretora Lúcia Teixeira também fez um sucinto relato do andamento do VII
Congresso do IBAP, a realizar-se no final de abril e início de maio. O
trabalho de organização reveste-se de elevado grau de profissionalismo e
também causou uma forte impressão a todos. Foram distribuídos folders aos
participantes do workshop. Lúcia apresentou diversas dicas relativas à
organização de eventos fora da sede nacional do IBAP. Lúcia também
informou que será realizado um Seminário Brasileiro de Direito Ambiental
Estadual Comparado em Fortaleza, na véspera do VII Congresso.
O
associado Nilton, presidente da APREMS, Senise e Suleimar mostrara-se
dispostos a organizar idêntico evento no Mato Grosso do Sul. Após debates,
concluiu-se que haveria maior facilidade na sua realização em Campo Grande
do que em Bonito.
Às
11h30 o IBAP recebeu a visita do Deputado Federal Ivan Valente (PT-SP), que
teceu críticas às propostas do Governo Federal na área previdenciária. Após
diversas indagações por parte dos participantes do Workshop, afirmou que, em
sua opinião, a pressão para que se realize tal reforma advém principalmente
dos banqueiros interessados em conquistar um grande filão de clientes para a
previdência complementar privada. Debateu, ainda, acerca de diversos temas
relacionados a políticas sociais, meio ambiente e educação. Ao final,
convidou os diretores do IBAP a contribuirem com o oferecimento de sugestões
de minutas de leis para apresentação em sua legislatura.
Às
13h30 os participantes do Workshop o interromperam para o almoço, que foi
oferecido no próprio local do encontro.
Às 14h
foi dada continuidade à leitura dos princípios e objetivos estatutários.
Com relação
ao art. 5º, inciso II ("A opção por um modelo de sociedade no qual
prevaleça a valorização do ser humano e o repúdio a todas as formas de
opressão ou aviltamento da dignidade humana"), destacou-se que a
implementação desse princípio vinha se dando na atuação diuturna do IBAP
nos diversos movimentos sociais e campanhas cívicas. Uma das mais evidentes
atuações do IBAP nessa linha se dá com a realização dos Cursos de
Capacitação de Promotoras Legais Populares há oito anos e o acerto dessa
conduta pode ser demonstrado pela obtenção do Prêmio Santo Dias de Direitos
Humanos e do Prêmio Betinho de Cidadania.
Com relação
ao art. 5º, inciso III ("A defesa da manutenção da Ordem
Constitucional dentro de um Estado Democrático de Direito cuja ordem social
tenha como base o primado do trabalho, e como objetivo o bem-estar e a justiça
sociais"), os integrantes do workshop concluíram que a implementação
desse princípio decorre da atuação no sentido da implementação dos
valores constantes na própria Constituição da República. O mesmo valeria
para o inciso IV ("A defesa intransigente dos princípios da moralidade,
da impessoalidade, da publicidade, da indisponibilidade do interesse público,
da eficiência e da legalidade no âmbito da Administração Pública".
A
leitura do art. 5°, inciso V ("A atuação concreta, através de
propostas ou denúncias, na defesa da consolidação democrática do país")
recebeu uma nova dimensão a partir da exposição realizada pelo Deputado
Federal Ivan Valente, tendo sido destacado que, com esse novo canal
parlamentar, sua implementação passaria a ser mais eficaz.
A defesa
das prerrogativas do Advogado Público, princípio constante do art. 5º,
inciso VI, foi considerada um princípio que está a merecer maior atenção
por parte da diretoria do IBAP, visto que a ênfase sempre foi para a atuação
no plano acadêmico e científico e na atuação junto aos movimentos sociais.
Todavia, como destacou a presidente Patrícia Werner, a realização de
diversos eventos em parceria com as Comissões de Advocacia Pública da OAB têm
constituído momentos privilegiados de implementação desse princípio.
Encerrada
a fase de discussão acerca dos princípios estatutários, os participantes do
workshop concluíram que os mesmos vêm sendo adequadamente implementados. A
avaliação final, no tocante a este aspecto, foi no sentido de que os mesmos
devem sempre ser lembrados na atuação diuturna do IBAP, a fim de que nossa
entidade não desvie sua conduta, tornando-se uma associação meramente
voltada à reciclagem profissional ou uma entidade classista voltada
exclusivamente à defesa dos interesses corporativos dos advogados públicos.
A pertinência desses princípios foi revalidada, não havendo nenhuma
proposta de aperfeiçoamento do texto do art. 5º do Estatuto Social.
Às 15h
foi dado início à leitura dos objetivos elencados no art. 6º do Estatuto
Social, a saber:
II
– Incentivar a produção doutrinária nas diversas áreas de atuação da
Advocacia Pública;
III
–
Divulgar os estudos realizados por seus associados e os resultados dos
trabalhos mencionados nos itens I e II supra, através de publicações próprias;
Comentando
os incisos II e III, Guilherme reclamou da reduzida produção doutrinária,
exceptuando, porém, nomes como o de Maura Roberti, José Eduardo Ramos
Rodrigues e outros diretores mais prolíficos. Suleimar ponderou que essa
dificuldade não é peculiaridade do IBAP, pois em todo o país há uma carência
de bons doutrinadores, apresentando como exemplo a dificuldade na confecção
da Revista da PGE-MS.
IV
– Promover o intercâmbio
permanente de experiências profissionais entre as diversas áreas da
Advocacia Pública;
V
– Promover o intercâmbio permanente de informações com associações e
institutos de outras carreiras, jurídicas ou não, identificados com os
ideais de consolidação democrática do país e defesa do Estado de Direito;
VI
– Promover o intercâmbio permanente de informações com órgãos oficiais
e organizações não governamentais de defesa da cidadania, sobre temas
relacionados a dos direitos humanos, do consumidor, do meio ambiente natural e
do trabalho, do patrimônio histórico, cultural, artístico e paisagístico,
do trabalhador, da criança e do adolescente, da mulher, das minorias raciais,
da pessoa portadora de deficiência e de todos os grupos que de qualquer forma
estejam excluídos do processo econômico e político, na perspectiva de
emancipação social dos segmentos populares;
Celso
Coccaro criticou o reduzido alcance da expressão "promoção de intercâmbio
permanente de informações" e sugeriu uma nova redução, que
transmitisse a idéia de atuação conjunta e efetiva com as entidades
referidas nas alíneas IV, V e VI. Sua crítica foi acolhida por todos.
VII
– Formar uma biblioteca especializada para uso de seus associados;
Guilherme
ponderou que já efetuou a doação de mais de duas centenas de livros para a
biblioteca do IBAP mas que, infelizmente, poucas têm sido as colaborações
de outros diretores. Lamentou ainda que alguns associados sequer se dignam a
doar um único exemplar de livros de sua autoria, o que seria muito mais
proveitoso para o próprio autor, que teria sua obra divulgada no site do IBAP.
VIII
– Apresentar projetos na área da Advocacia Pública tendentes à consecução
dos interesses públicos;
Patrícia
Werner destacou que o IBAP tem apresentado tais projetos em diversos eventos e
congressos, dando como exemplo o próximo Encontro Estadual da Advocacia Pública
em SP.
IX
– Atuar de forma harmônica com a Ordem dos Advogados do Brasil e com as
entidades de classe específicas, associações e sindicatos, na defesa das
prerrogativas de seus associados, enquanto Advogados Públicos;
Guilherme
ressaltou a importância do trabalho desenvolvido pelo diretor Nuzzi na
implementação deste objetivo.
X
– Propor novos modelos visando uma efetiva assistência jurídica e judiciária
aos necessitados, em todas as áreas do Direito;
A
diretora Flávia D'Urso ressaltou a importância deste tópico e observou que
sua colaboração como diretora do IBAP se dava exatamente nessa linha, de
implementação de uma nova concepção de Defensoria Pública.
XI
– Instar os entes políticos, enquanto gestores da coisa pública e do bem
comum, a atuar efetivamente na tutela dos interesses metaindividuais,
exercendo as prerrogativas previstas no art. 5º da Lei n.º 7.347/85;
Os
diretores presentes admitiram que este objetivo não vem sendo implementado
com grande vigor.
XII
–
Promover o intercâmbio cultural com entidades congêneres em todo o mundo;
Guilherme
observou que há anos o IBAP promove um intercâmbio cultural com o Sindicato
dos Magistrados do Ministério Público, de Portugal. A Revista de Direitos
Difusos, por sua vez, mantém intercâmbio com professores de Illinois (Daniel
Tarlock), Paris (Jacqueline Morand-Devillier) e Pescara (Giampiero Di Plinio),
integrantes de sua comissão editorial. No entanto, não foi ainda iniciado um
diálogo com advogados públicos da Espanha, da Itália e de algumas
prefeituras norte-americanas, o que deverá ser implementado. Sugeriu-se maior
estreitamento de relações com o Consulado dos EUA em São Paulo.
XIII
– Pesquisar temas relativos à detecção do interesse público, dos
interesses difusos e coletivos, e dos direitos fundamentais indisponíveis da
população carente;
XIV
– Prestar assistência jurídica a associações sem fins lucrativos que
tenham por objeto a promoção da tutela de interesses individuais homogêneos,
coletivos, difusos, em especial em matéria do meio ambiente, da saúde pública,
de condições adequadas para a vida de pessoas portadoras de deficiência, do
consumidor, do patrimônio histórico, cultural, turístico e paisagístico,
da vida e saúde do trabalhador em seu ambiente de trabalho, da segurança nos
transportes coletivos e em outros temas socialmente relevantes;
Os
integrantes do workshop entenderam que o inciso XIV está a merecer uma
profunda reformulação, vez que não cabe ao IBAP realizar advocacia
"pro bono". Este objetivo deve ser fundido ao inciso VI, que também
merece uma nova redação. Os valores elencados nesses dois incisos devem ser
objeto não apenas de intercâmbio de informações, mas de efetivo estudo por
parte do IBAP, através de comissões temáticas. Ademais, o IBAP deve
continuar engajado na luta pela implementação desses valores. Com isso, o
objetivo descrito no inciso XVI terá muito mais clara pertinência com os
temas estudados e com as campanhas do IBAP pela defesa do meio ambiente, dos
direitos da mulher, da pessoa portadora de deficiência, da saúde pública
etc.
XV
– Fomentar a atividade cultural de seus associados;
Este
objetivo vem sendo razoavelmente implementado nas "noites culturais"
dos congressos do IBAP, iniciadas em Amparo e consagradas em Itapeva.
XVI
– Propor ações judiciais, como a Ação Civil Pública e o Mandado de
Segurança Coletivo, para a defesa dos interesses de seus associados e dos
interesses individuais homogêneos, difusos e coletivos relacionados neste
Estatuto.
Celso
Coccaro fez um breve relato das ações judiciais em que o IBAP vem atuando
(uma ACP em São Paulo e uma ADIN, na qualidade de "amicus curie").
Convidado
a manifestar-se, o funcionário Laerte Santos Serra afirmou que não vem
conseguindo desempenhar todas as tarefas sob sua responsabilidade,
especialmente quando são realizados cursos pela Escola do IBAP. A presidente
Patrícia Werner apontou para a necessidade de vir a ser contratado novo
funcionário, que passaria a ter a rsponsabilidade de organizar as atividades
da Escola.
Às 17h
os diretores presentes procederam a uma auto-avaliação de suas respectivas
diretorias.
Guilherme
Purvin ponderou que a Coordenadoria de Comunicação necessitava de mais
colaborações - inclusive doutrinárias - para o fechamento das revistas e
livros. Na área de informática, esclareceu que, por confeccionar as páginas
de forma amadorística, uma única página leva às vezes mais de uma semana
para ser elaborada. Assim, caso a diretoria entenda necessário seu aperfeiçoamento,
isso só poderá se dar com a contratação de webmasters e webdesigners
profissionais.
Às 18h as diretoras Fátima
Fernandes Catellani e Maria Ester Mena Barreto Camino fizeram um relatório do
III Fórum Social Mundial, ao qual compareceram na qualidade de delegadas do
IBAP.
Foram aprovadas ainda as
seguintes proposições, a serem apreciadas em reunião de diretoria:
- Criação de duas
novas listas de debates – Direito Tributário e Direito Previdenciário
- Formação de grupos
de estudos – Thomas Hobbes e René Descartes
- Participação mais
efetiva na elaboração de minutas de projetos de leis do interesse da
Advocacia Pública ou de temas relacionados aos princípios e objetivos
estatutários do IBAP
- Realização do 2º
Workshop em 2004, aproximadamente 3 meses antes da realização do VIII
Congresso Brasileiro de Advocacia Pública
- Engajamento do IBAP
na luta pela paz mundial e pela utilização dos instrumentos de Direito
Internacional no conflito Iraque / EUA
O workshop foi
encerrado às 19h.