Boletim Eletrônico IBAP
 Edição n. 2 - 26/10/2002
Nesta edição: Em defesa do Estado Democrático de Direito - PUC-Rio comemora 10 anos de Ensino de Direito Ambiental com Seminário no dia 28 de outubro - Abertas as inscrições para o curso de pós-graduação em Direito Ambiental da USP - Convocação geral para apresentação de teses no VII Congresso Brasileiro de Advocacia Pública (Fortaleza/2003) - Revista de Direitos Difusos deste bimestre é dedicada ao meio ambiente do trabalho - Secretária Estadual do IBAP-SP reune-se com coordenador do IBAPE - Agenda de eventos programados para os próximos meses - Projeto Marco realiza evento sobre gestão de resíduos sólidos - E-mails recebidos pelo Boletim Eletrônico IBAP - Boletim Eletrônico IBAP entrevista Maria Lúcia de Castro Teixeira (Professora de Direito Processual Civil da UNIFOR) - Combate à Corrupção Eleitoral

EM DEFESA DO ESTADO DEMOCRÁTICO DE DIREITO

IBAP repudia censura ao jornal Correio Braziliense

O Brasil tomou conhecimento, nestes últimos dias, da existência de gravações de conversas que envolveriam o atual Governo do Distrito Federal e grileiros de terra. A notícia, por si só, já seria suficiente para espantar qualquer cidadão minimamente preocupado com a moralidade administrativa. No entanto, tais notícias sofreriam um desdobramento da maior gravidade na noite do dia 23 de outubro. Recusando-se a aceitar a publicação do teor dessas gravações, o Governador Joaquim Roriz  pleiteou e obteve, junto ao Tribunal Regional Eleitoral do Distrito Federal, a censura prévia ao jornal Correio Braziliense. Conseguindo que fosse impedida a publicação de notícias contrárias aos seus interesses, Roriz tornou-se protagonista de uma crise institucional de proporção nacional. 
A decisão do TRE-DF, ressuscitando o que pensava-se ser apenas um fantasma do período mais obscuro da história do Brasil, merece o mais veemente repúdio. Nesse sentido, o Conselho Federal da OAB, em nota divulgada à imprensa, destacou que "a democracia tem fundamento político e ético no direito de livre acesso à informação, que, em última análise, não pertence nem ao jornal nem aos que nele trabalham, mas a toda sociedade. Ainda que controles democráticos possam existir para que a informação seja resultado de um exercício contínuo de responsabilidade, não podemos concordar com práticas que resultem em cerceamento à liberdade de expressão". 
A Advocacia Pública brasileira representada pelo IBAP subscreve integralmente o teor da nota lançada por nossa entidade maior. Devemos, sim, debater sempre qual deve ser a função social das empresas de comunicação do país. Devemos lutar pela ética na Imprensa, na Advocacia, no Judiciário. É inegável que liberdade de expressão e de informação não pode ser sinônimo de irresponsabilidade social e deve ser exercida dentro de parâmetros que garantam, em seu conteúdo mínimo, o respeito ao princípio da dignidade da pessoa humana, consagrado pelo nosso ordenamento constitucional. Daí, porém, a admitir a censura prévia, "instrumento para aqueles que, incapazes de responder por seus atos, preferem mantê-los ocultos", nas concisas palavras do Conselho Federal da OAB, vai uma enorme distância.
A suspensão da censura prévia, concedida liminarmente pelo Tribunal Superior Eleitoral ao Sindicato dos Jornalistas do Distrito Federal (que atuou na qualidade de substituto processual do Correio Braziliense) é medida ainda muito tímida para que se restabeleça o quadro de normalidade institucional do país, pois houve mero reconhecimento de incompetência "ratione materiae" da Justiça Eleitoral para apreciar a questão.
A proibição de publicação das gravações persiste e, neste domingo, os eleitores brasilienses, aos quais é negado acesso a informação relevantíssima, estarão exercendo sua cidadania pela metade. E aceitar "meia cidadania" seria o mesmo que aceitar "meia ditadura".

No próximo dia 28 de outubro, o IBAP co-promoverá com o NIMA-PUC/Rio mais um importante evento no Rio de Janeiro/RJ. Trata-se do Seminário Comemorativo dos 10 anos de Ensino de Direito Ambiental na PUC-Rio, evento sob coordenação do Professor Fernando Walcacer, Ana Lúcia Nina Bernardes Martins e Danielle Moreira. Participarão do evento os professores André Tostes, Augusto Werneck, Fernando Walcacer, Guilherme José Purvin de Figueiredo, Isabella Franco Guerra, Maria Celina Bodin de Moraes, José Rubens Morato Leite, Oscar Graça Couto, Paulo Affonso Leme Machado, Ronaldo Coutinho, Solange Teles da Silva e Ubiracy Araujo.

 
As Faculdades de Saúde Pública e de Direito da USP, através do NISAM e com o apoio institucional do IBAP - Instituto Brasileiro de Advocacia Pública, promovem pelo quarto ano consecutivo o CEDA - Curso de Especialização em Direito Ambiental. O curso conta com diversos membros do IBAP em seu corpo docente, tais como Alaôr Caffé Alves, Édis Milaré, Guilherme José Purvin de Figueiredo, José Eduardo Ramos Rodrigues e Patrícia Ulson Pizarro Werner. As inscrições já estão abertas desde o dia 21 de outubro e encerram-se em 14 de novembro..

 

Convocação geral para a apresentação de teses

Fortaleza - Ceará
30 de abril a 2 de maio de 2003


Leia ainda: Entrevista com a Dra. Maria Lúcia de Castro Teixeira, Coordenadora Regional do IBAP-NE e Procuradora do Estado do Ceará, que fala sobre Direito Processual Civil, questões ambientais no Estado do Ceará e expectativas com relação ao nosso 7º Congresso.

 

Temário para teses:

  • Violência, Globalização e os Operadores do Direito

    • Banalização da Violência e Indústria Cultural

    • Globalização da Violência

    • Papel dos Operadores do Direito diante da Violência Civil

    • Violência Urbana e Rural

  • Informatização, Democracia e Direito

    • Acesso da população à informação 

    • Execuções Fiscais Virtuais

    • Informatização do Processo 

    • Integração de sistemas e troca de informações 

    • Intercâmbio de informações entre os órgãos de Advocacia Pública das diferentes Fazendas Públicas 

    • Interrogatório Virtual no Processo Penal 

    • Sigilo de dados informatizados

  • Diversidade: Aspectos Sociais, Ambientais e Culturais 

    • Sociologia e Direito Ambiental 

    • Biodireito e Projeto Genoma 

    • Instrumentos Processuais de Implementação do Direito Ambiental 

    • Direito Urbanístico e Democracia 

    • Proteção da Diversidade Cultural

Formatação: Papel A 4 - Letra Arial 12 - Espaço 1,5 (um e meio) - Margens de 2 cm (superior, inferior, direita e esquerda) - Tamanho: mínino = 8 páginas;  máximo = 20 páginas

Data, local e forma de entrega: A partir de 22 de outubro de 2002 até 30 de março de 2003 (data de postagem ou de entrega pessoal). Endereço: Rua Cristóvão Colombo, 43 - 10º Andar - Centro - São Paulo/SP - CEP 01006-003 (Ao lado da Faculdade de Direito da USP - Largo São Francisco). Enviar 02 (dois) disquetes com indicação do título da tese e autor(es) e 3 vias impressas, acompanhadas de autorização para o IBAP publicar a tese, sem qualquer ônus para a entidade.

Atenção: (1) Não serão devolvidos os disquetes e textos enviados. (2) Não serão aceitos trabalhos enviados por e-mail.


ENTREVISTA on line

Maria Lúcia de Castro Teixeira (PGE/CE)

O Boletim Eletrônico IBAP entrevistou no dia 22 de outubro a Procuradora do Estado/CE Maria Lúcia de Castro Teixeira,  Presidente da APECE, Professora de Direito Processual Civil da UNIFOR e Coordenadora Regional do IBAP-NE.  

BOLETIM ELETRÔNICO IBAP - O que você pensa da série de pequenas reformas do CPC que se iniciou em 1994/95?

MARIA LÚCIA DE CASTRO TEIXEIRA - A princípio pareceu-me a melhor forma de concretizar o tão falado e pouco efetivo direito de Acesso à Justiça. mas a partir de dezembro, ou seja, essa segunda fase da reforma me deixou um tanto assustada, porque percebo uma evidente desarmonia entre a estrutura do CPC e as novas regras. Parece-me que está-se legislando de forma casuística. Veja o que ocorre com o processo de execução, por exemplo, praticamente ficou incompreensível. Ademais, instrumentos já são tantos, bastaria que se aplicassem de fato. O artigo 461, por exemplo é norma em branco, para efetivar o processo de execução bastaria que se o utilizasse. Há também que refletir sobre a despreocupação com que se esquecem os princípios constitucionais do processo.

BOLETIM - Os prazos processuais em dobro ou em quádruplo para o MP, as Fazendas Públicas e a Defensoria devem ser mantidos?

MARIA LÚCIA – Com certeza os prazos processuais devem ser mantidos. Acho, na verdade que isso é um instrumento de concretização da isonomia processual. Impossível falar de paridade de armas no processo quando se sabe que o MP, a Fazenda Pública e o Defensor agem não em nome dos interesses individuais mas sim da sociedade, seja ela inclusive a atividade administrativa. E nós conhecemos também como trabalham as Fazendas Públicas. Principalmente as Fazendas Públicas, que lidam com milhares de processos, geralmente com péssimas condições de trabalho. Acho que você tem idéia do que é ter mais de dois mil processos sob sua responsabilidade, de todos os naipes, sem possibilidade de escolha. Não há banca de advocacia liberal que faça isso.

BOLETIM – Duas questões ambientais bastante polêmicas no Ceará são a questão fundiária do Parque do Cocó e a degradação provocada pela carcinocultura. Como anda a coisa?

MARIA LÚCIA - Existem seis ações de desapropriação indireta, uma duas em primeiro grau e outras em tramitação pelos tribunais. As condenações, hoje, vão em torno de mais de 100.000,000. Pretendemos reverter isso, estou até preparando uma ação rescisória para a primeira que foi ajuizada. Essas ações me chegaram já a meio caminho, daí por que estou estudando novas formas de defesa do Estado, até porque as áreas são quase que 70% composta de terrenos de marinha e, pasme, a União não participou da relação processual. Mas o que me tira o sono mesmo é a carcinicultura (criação de camarão em cativeiro, geralmente utilizando áreas de mangue) e, da minha experiência, sem os mínimos cuidados ambientais; os efluentes são despejados in natura no mangue durante a despesca e aí pode-se imaginar o que contém. Como aliás, acontece com toda monocultura. Já há notícias de pragas que tornaram impraticável a própria cultura do camarão, como a que chamaram, parece que a doença da mancha branca ou algo assim. O litoral cearense está sofrendo horrores. e o pior de tudo é que se trata de uma atividade econômica extremamente rentável, daí o grande choque entre os criadores e os ambientalistas.

BOLETIM – Como tem sido a participação da PGE-CE para inverter esse processo?

MARIA LÚCIA - A PGE, hoje, é praticamente inerte nesse processo. Como participante do COEMA, onde sou conselheira, temos tentado, eu, o Ministério Público Federal e alguns poucos, reverter esse processo, mas a luta é quase inglória, outro dia precisamos nos retirar do conselho para que não houvesse quorum e só assim evitamos o licenciamento de um crime horroso em uma das poucas áreas ainda intocadas de mangue novo. Há inclusive a participação velada de gestores públicos que, nas suas atividades privadas são criadores de camarão, daí percebe-se como é difícil.

BOLETIM - Podemos concluir que está vedado o acesso da Advocacia Pública Estadual Cearense na luta pela preservação ambiental nos mangues?

MARIA LÚCIA - A PGE talvez tenha sido uma das pioneiras ao criar a Procuradoria do Meio Ambiente, para a qual fui nomeada em 1997. Pensamos que seria para levar a sério e o resultado é que fui retirada do cargo e a Procuradoria do Meio Ambiente desativada.

BOLETIM - Existe alguma perspectiva de reversão desse quadro?

MARIA LÚCIA - De certa forma, porque é realmente muito difícil ser ambientalista aqui no Ceará. Os próprios órgãos ambientais são muito viciados e os últimos 16 anos, quando o Estado foi gerido por empresários, houve uma mistura muito grande entre o público e o privado o que se refletiu na área ambiental. Mas sempre Estamos tentando. aliás, como Presidente da Associação dos Procuradores, após as eleições, pretendo brigar para reativar a Procuradoria do Meio Ambiente acho que será o primeiro passo para reverter a situação. Um grande problema também é a inércia do MP estadual, que não conseguimos entender. Há uma promiscuidade muito grande entre o executivo e o parquet.

BOLETIM - Quais são as expectativas para o próximo mês de novembro, quando o IBAP realizará um evento sobre Direito Processual Civil, em parceria com o Instituto Juristas para a Democracia e outro sobre Advocacia Pública e Meio Ambiente?

MARIA LÚCIA - As expectativas são muito boas, pretendo aumentar de forma sensível o número de associados e que o evento nacional seja algo nunca feito antes

BOLETIM - Existe alguma preocupação no sentido de que os dois eventos superem a clássica estrutura técnico-jurídica e também tratem de temas mais próximos à realidade social?

MARIA LÚCIA - Mas essa é a idéia! Inclusive até mesmo no Curso, pedi para Prof. Rocha dar essa conotação no processo, falando mais sobre o processo coletivo.

BOLETIM - Quais são os planos para o VII Congresso Brasileiro de Advocacia Pública?

MARIA LÚCIA - Bom, a idéia é que esse Congresso chame a atenção primeira para a importância da Advocacia Pública na efetivação dos ideais democráticos, desmistificar essa proposta antiga de que Direito deve ficar confinado aos senhores circunspectos e juizes, advogados, e outros. Direito é para ser levado, ensinado e informado ao povo em geral, como se água fosse. e, óbvio, tentar um congraçamento maior, trocar idéias, conhecimentos necessidades e afinidades, cada um falar da sua aldeia. Acho que confinar o Direito às academias é o mesmo que cristalizar. Daí por que precisamos discutir aquilo que os mais novos estão chamando o Direito das ruas, aquele que a sociedade faz independentemente dos juristas, dos legisladores dos juizes.

BOLETIM - Você, além de coordenadora regional do IBAP Nordeste, também é presidente da APECE e membro da ANAPE. Como vê a atuação dessas duas entidades nacionais? Há espaço para as duas no cenário da Advocacia Pública brasileira? Quais as diferenças entre as duas?

MARIA LÚCIA – Acho que sim, há espaço para as duas porque os objetivos são distintos. A ANAPE é mais voltada para as questões corporativas, de interesse da própria categoria. Já o IBAP tem um âmbito de atuação mais amplo, inclusive quanto aos seus componentes. Está mais voltado para a divulgação do conhecimento, da informação, está mais antenado com as necessidades da sociedade. Acho mesmo que A ANAPE poderia alargar o seu âmbito de atuação, mas parece que é muito tradicionalista nesse tocante, talvez precisasse se abrir para o que está além dos interesses de categoria.

BOLETIM - Quais os planos da nova gestão do IBAP, cuja diretoria foi empossada no último mês de agosto?

MARIA LÚCIA – A gestão anterior, a meu sentir era dinâmica, talvez estivesse muito voltada para a região sudeste, até porque não havia muita resposta das outras regiões do País. Mas acredito que a gestão atual precise se soltar mais, sem perder, no entanto, o ideal que move o Instituto, que é a preponderância do coletivo sobre o individual. Talvez o diálogo esteja precisando ser estimulado, inclusive com outras regiões.

BOLETIM - O que esperar do novo Presidente da República?

MARIA LÚCIA – Difícil dizer, porque as esperanças são tantas e ao mesmo tempo tão básicas. Acho que não será demais esperar que todos tenham pelo menos um prato de comida por dia, que hajam escolas acessíveis e de qualidade, que possamos ir tranqüilo para o trabalho sem medo de chegar em casa e encontrar os filhos mortos ou morrer no caminho de casa. Acho que não é muito esperar isso. e o que nos restou dos últimos governos foi exatamente a desesperança de termos esse mínimo.


Combate à Corrupção Eleitoral

O Instituto Brasileiro de Advocacia Pública engajou-se há aproximadamente três meses ao Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral. Suas diretoras Daniela Câmara Ferreira e Fátima Fernandes Catellani, têm participado, na qualidade de representantes do IBAP^, das reuniões que têm sido realizadas junto à OAB/SP. 
O Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral reúne diversas entidades, como o IBASE, a ABONG, a CUT, a Comissão Brasileira de Justiça e Paz etc. Em plenária realizada no dia 16 de outubro, em Brasília, o Movimento elegeu alguns casos exemplares a serem acompanhados. São eles: 1 - Governador Joaquim Roriz/DF. Fato: prisão de 4 pessoas, sendo 2 dentistas e apreensão de material de campanha;  2 -
Governador José Reinaldo/MA. Fato: apreensão de R$ 371 mil em avião que, segundo o MP, seria utilizado para compra de votos; 3 - Candidato a Governador Simão Jatene/PA. Fato: Uso da máquina administrativa; 4 - Governador José Bianco/RO. Fato: distribuição de marmitas que estavam sendo produzidas no Hospital de Base, em Porto Velho, e entregues para cabos eleitorais do governador. Nessa mesma reunião foi apresentado um documento de avaliação sobre o movimento, que está disponível na Internet, com o título "Contribuição à Análise do Movimento". A próxima reunião plenária do Movimento em Brasília será nos dias 29 e 30 de novembro.



Volume 15 da Revista de Direitos Difusos 
é dedicado ao tema "Direito Ambiental do Trabalho"


Não associados do IBAP poderão encomendar seu exemplar pelo telefone (11) 3104-2819. 
Conheça os volumes já lançados
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O Instituto Brasileiro de Advocacia Pública acaba de lançar o volume 15 da Revista de Direitos Difusos (bimestre setembro/outubro 2002), dedicado ao tema "Direito Ambiental do Trabalho". A edição conta com a participação de alguns dos maiores especialistas no tema. Conheça seu sumário.
  • Apresentação - O Papel dos Trabalhadores na Construção de uma Sociedade Economicamente Sustentável - Guilherme José Purvin de Figueiredo
  • Colaborações especiais - Gestão Democrática no Estatuto da Cidade - José Renato Nalini
  • Tema em foco: Meio Ambiente do Trabalho
  • A tutela do meio ambiente do trabalho em face da terceirização - João José Sady
  • Meio ambiente do Trabalho - Paulo de Bessa Antunes
  • A construção de contrapoderes no Brasil na luta contra o amianto: a globalização por baixo - Fernanda Giannasi
  • Considerações sobre acidentes do trabalho: Aspectos previdenciários e trabalhistas - Daniela Câmara Ferreira
  • Direito Ambiental Internacional e o controle e a eliminação do uso do amianto no ambiente de trabalho - Guilherme José Purvin de Figueiredo
  • Saúde ocupacional e geração de empregos sustentáveis: meio ambiente do trabalhador rural - Delsa Nagata
  • Doenças causadas por agentes biológicos em diferentes ambientes de trabalho - Cristiane Teixeira Manetti
  • BS 8800 - Sistema de gestão de segurança do trabalho e saúde ocupacional - Regina Maria Gomes Ricci
  • Agentes insalubres no ambiente de trabalho: Poluição Sonora - Ricardo Dias Sameshima

Neste mês de outubro a diretora Cíntia Oréfice (secretária estadual do IBAP-SP) iniciou tratativas com o  Eng. José Geraldo Neves Junior, Coordenador Geral da recém criada Seção Regional de Santos do IBAPE (e não com o Dr. Elio Lopes dos Santos, como divulgamos no Boletim n. 1). Da reunião ficou a proposta do IBAP, nas próximas apresentações do IBAPE/SP, passar a indicar palestrantes de seu quadro associativo. 


Advocacia Pública: Interesse Público x Governante - Leia artigo de Guilherme José Purvin de Figueiredo sobre as distorções na Advocacia Pública que vêm se processando nos últimos anos. 


Agenda IBAP Outubro/Dezembro 2002

A CONFIRMAR:

  • Rio Branco/AC - Curso sobre Licitações 

  • Belo Horizonte/MG - Curso de Direito Ambiental 



E-mails recebidos

  • O Boletim Eletrônico foi pra mim a grande oportunidade de ter o IBAP mais perto nestes dias que me encontro no exílio aqui nos EUA. Está muito bem diagramado e, como tudo feito na nossa ONG, conta com o capricho e com a concisão necessários para tornar os fatos que nos interessam bem conhecidos por nós. Alzemeri Martins R. Britto - Procuradora do Estado/BA. 
  • Parabéns por mais esta iniciativa. O Boletim Eletrônico ficou muito bom, tanto no que se refere à parte gráfica, quanto ao conteúdo. Um abraço - Ubiracy Araujo (Procurador do IBAMA - DF).
  • Guilherme e demais redatores: PARABÉNS! - Jean Jacques Erenberg (Procurador do Estado/SP).  
  • Parabéns! Adorei a iniciativa, porque assim fica fácil de tomar conhecimento dos eventos em andamento e das principais notícias. Acho que como todo mundo, eu recebo um arsenal de boletins e folders, e nem sempre dá tempo de ler tudo. Adorei, pelo acesso rápido. Sara Correia Fattori (Procuradora do Estado/SP)

Projeto MARCO debate gestão de resíduos sólidos em dezembro

No próximo dia 4 de dezembro, o Centro de Estudos sobre Meio Ambiente e Relações de Consumo - Projeto MARCO, atualmente presidido pelo Dr. Pedro Ubiratan Escorel de Azevedo (Procurador do Estado Chefe da Procuradoria do Patrimônio Imobiliário e Defesa do Meio Ambiente da PGE-SP e também diretor do IBAP), promoverá no auditório do IBAP em São Paulo um Seminário sobre Direito Ambiental e Gestão de Resíduos Sólidos. Detalhes do evento serão divulgados oportunamente.


Instituto Brasileiro de Advocacia Pública 
Rua Cristóvão Colombo, 43 - 10º Andar - São Paulo/SP
CEP 01006-020  - Fone/Fax: (11) 3104-2819
E-mail: ibap@ibap.org - www.ibap.org


Boletim Eletrônico - EXPEDIENTE

Redação:  Cecy Tereza Cercal Krentzor de Góes (Curitiba-PR), Cíntia Oréfice (Santos-SP), Fernando C. Walcacer (Rio de Janeiro-RJ), Guilherme José Purvin de Figueiredo (São Paulo-SP) e Márcia Dieguez Leuzinger (Brasília-DF). 

Edições Anteriores: Boletim n. 1.


Participe da elaboração do Boletim Eletrônico IBAP: Se você tem alguma notícia de seu município ou estado, de sua instituição de Advocacia Pública, envie-nos seu texto em arquivo Word. Se você é chargista e gostaria de veicular seu trabalho em nosso Boletim Eletrônico, envie a imagem digitalizada em formato JPG (limite de 30 kB) para ibap@ibap.org


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